Abierta la Contratación de Músicos:
La Orquesta Sinfónica Nacional de Paraguay convoca Pruebas Internacionales para la contratación de Músicos de diferentes especialidades instrumentales.
Las pruebas tendrán lugar en Huelva (España) los días 6, 7 y 8 de Febrero de 2012.
Para más información visitar el Tablón de Anuncios (margen inferior derecho) de la web http://www.maestronavarrolara.com/

O Club Setubalense com vista a dar seguimento à iniciativa de 2010 da associação elucid’arte – associação sem fins lucrativos sediada no concelho de Setúbal, que desenvolve trabalho alicerçado nas questões do património cultural (divulgação, promoção e dinamização do património cultural, educação e sensibilização da comunidade para o património) e das artes visuais (promoção e educação artística, visuais (promoção e educação artística, que preconiza e promove sempre que possível o desenvolvimento de projectos multidisciplinares e transversais aos vários domínios artísticos e culturais – encontra-se, de momento, a organizar uma temporada de concertos de música erudita para 2012, a realizar em diversos espaços museológicos e/ou de valor patrimonial localizados em Setúbal, sendo que, de momento, se procuram propostas de concertos a integrar este projecto.
Pretende-se, com esta iniciativa, promover o trabalho de jovens músicos e/ou estudantes de música; promover a música erudita nesta cidade; fomentar o interesse do público geral neste género musical, criando um projecto com um forte carácter pedagógico e de atractividade e que possa contribuir para uma paulatina fidelização de públicos; dinamizar e valorizar culturalmente espaços museológicos e/ou de valor patrimonial localizados em Setúbal; promover relações de simbiose entre a música erudita e outras formas de expressão artística e criativa.
Os concertos a integrar este projecto deverão ter entre 30’ a 1 hora, sendo que a constituição do programa é de escolha livre da parte dos músicos, podendo os reportórios integrar peças de música medieval à contemporânea. Incorporando actuações a solo e/ou de grupos vocais/instrumentais, as propostas podem também incluir aspectos de carácter experimental, de improviso e/ou de cruzamento com outras áreas da criação artística contemporânea, como a vídeo-arte, cinema, artes performativas, entre outras. Os concertos podem-se desenvolver segundo determinados temas, numa perspectiva pedagógica e formativa, abordando, por exemplo, algum compositor específico, algum período histórico em especial, a evolução da música dentro de um determinado espaço temporal ou geográfico, etc. Para além da temporada, e tendo em conta o trabalho da associação no campo da programação de exposições de artes visuais e outros projectos culturais, as propostas podem ser adequadas a outras iniciativas, nomeadamente inaugurações de exposições, eventos comemorativos (dia internacional dos museus, dia internacional dos monumentos e sítios, etc.), entre outras.
As propostas devem incluir uma sucinta apresentação do grupo e a sua constituição; notas biográfico-curriculares dos intervenientes; o programa do concerto a apresentar e a duração estimada do mesmo.
Tendo em conta que também se pretende integrar na presente temporada um ciclo de cursos e workshops na área da música (história, composição, análise, formação instrumental e/ou vocal, etc.), essencialmente dirigido a um público geral, aceitam-se também propostas deste tipo de actividades formativas.
Caso tenha interesse no projecto, pretenda apresentar uma proposta ou necessite de mais informações ou esclarecimentos, contacte-nos através de clubsetubalense1@gmail.com ou 962588875.
Blog: http://eruditanoclub.blogspot.com/
Acção de Formação:
As Artes Plásticas no Ensino Básico, Dimensões Formais e Não Formais
Modalidade da Acção:
Curso de Formação – Registo de Creditação nº CCPFC/ACC-63494/10
Formador:
Maria da Assunção Vieira da Luz Pestana
Duração da Acção: 25 horas presenciais – 1 Crédito
Período de Realização: 06 de Janeiro a 17 de Fevereiro de 2012
Local Realização: Campus Académico de Vila Nova de Gaia – Escola Superior de Educação Jean Piaget/Arcozelo (Canelas)
Cadernos de música A4
- 20 folhas / 40 páginas
- papel 80 gramas
- Capa resistente
Blocos de música A4
- 30 folhas / 60 páginas (folhas destacáveis)
- papel 100 gramas
- Capa resistente

Cadernos e blocos podem ser adquiridos nos seguintes pontos de venda:
Musica.com
Rua do Brasil – Coimbra
Musica.com
Aveiro
Papelaria Zona Escolar
R. Calouste Gulbenkian 53 - Aveiro
Musicarte – Eurico Augusto Cebolo
Rua da Boavista, 80 – Porto
Imusic
Av. 25 de Abril - Anadia
Seminário
História da Música no Brasil: O ensino e as práticas musicais.
Professor Doutor Marcos dos Santos Moreira
Universidade de Alagoas - Brasil
Escola Superior de Educação Jean Piaget
Campus Académico de Vila Nova de Gaia
24 de Novembro de 2011 - 18h - Anfiteatro 2

Workshop 1 Introdução à Musicoterapia (3.ª edição)
Data: 15 de Outubro/ Duração: 6 Horas/ Horário: 10h00-13h00 e das 14h00-17h00
Workshop 2 – Musicoterapia na 3.ª Idade
Data: 22 de Outubro/ Duração: 3 Horas/ Horário: 10h00-13h00
Workshop 3 – Musicoterapia na Deficiência: Atraso Mental
Data: 29 de Outubro/ Duração: 3 Horas/ Horário: 10h00-13h00
Condições de Participação
1º Workshop – Introdução à Musicoterapia – 30 euros
2º Workshop – Musicoterapia na 3ª Idade – 20 euros
3º Workshop – Musicoterapia na Deficiência – 20 euros
Na realização do 1.º e 2.º ou 3.º workshop – 45 euros
Na realização dos 3 workshops – 60 euros
Local de Realização
Centro Comunitário da Trofa - Rua António Sérgio – Valdeirigo - 4785-370 Trofa
Data Limite de Inscrições
10 de Outubro de 2011
Mais informações
Contacto: Paula Reis – Coordenadora Pedagógica
Sede da ASAS – Associação de Solidariedade e Acção Social de Santo Tirso – Rua Dr. Carneiro Pacheco, 458 Santo Tirso
Telefone: 252 830 830/ Fax: 252 830 839
E-mail: paula.reis@asassts.com

Rigoletto, de Giuseppe Verdi
Ópera em 3 actos
Produção do Estúdio de Ópera do Conservatório Superior de Música de Gaia
com os solistas sob orientação da Prof.ª Fernanda Correia
Irma Amado I Gisela Sachse I Pedro Telles I
Rui Fernandes I Valter Mateus
Ao Piano: Enza Ferrari
Horário: 21h30
Entrada Gratuita
Local: Cine Teatro Eduardo Brazão

“Açores” - Música Tradicional Portuguesa pelo Grupo de Cantares - GDR da Groz Beckert
Direcção Musical: Valente Jorge
Nota: Lançamento do CD “Açores”
Horário: 21h30
Auditório Municipal de Gaia
Rua de Moçambique
4430-145 Vila Nova de Gaia
Tel. 22 377 18 20
Fax. 22 377 18 29
am.gaia@gaianima.pt
www.gaianima.pt

BANDA SINFÓNICA PORTUGUESA
ENSEMBLE DE SOPROS
8 de Outubro de 2011 15 horas
OBRAS Stravinsky |Milhaud |Jacob |Hovhaness
CONCERTO DE ENCERRAMENTO
MASTER CLASS DE DIRECÇÃO DE ORQUESTRA
DOUGLAS BOSTOCK
AUDITÓRIO DA FUNDAÇÃO ENGº ANTÓNIO DE ALMEIDA
Tendo em conta a notícia do Diário de Notícias de ontem, "Inglês e Actividade Física Desportiva mantêm-se como referências, mas a Música dá lugar a uma nova área, designada de «actividades lúdico-expressivas», que além do ensino musical poderá abranger expressões como a dança, o folclore ou as técnicas multimédia, com os alunos a optarem pelas que preferem".
Assim, metendo-se tudo no mesmo saco, há alguém que pensa que está realmente a facultar uma educação integral e completa do ser humano?
Continua-se, no entanto, a vislumbrar "tacanhamente" a música como algo meramente lúdico, sem valor educativo, formativo e acima de tudo sem o mesmo peso que as restantes disciplinas do currículo.
Coloco aqui à disposição de todos os leitores deste blog várias posições defendidas por outros autores que não o deste espaço para que não paire no ar qualquer dúvida relativamente à isenção ou imparcialidade do mesmo, e simultaneamente atribuindo credibilidade e rigor àquilo que já temos vindo a defender há muito tempo.
A música é uma linguagem que, se compreendida desde cedo, ajuda o ser humano a expressar com mas facilidade as suas emoções, sentimentos e principalmente a ser criativo. O objectivo da música na educação é contribuir para a formação e desenvolvimento da personalidade da criança, pela ampliação cultural, enriquecimento da inteligência e pela evolução da sensibilidade musical. Trabalhar com a música no quotidiano educativo significa ampliar a variedade de linguagens que pode permitir a descoberta de novos caminhos de aprendizagem (Góes, 2009).
Ainda Góes (2009) nos diz que:
A música é uma forma de conhecimento que possibilita modos de percepçãoe expressão únicas e não pode ser substituída por outra forma de conhecimento. Sendo assim, a instituição educativa deve propiciar uma formação mais plena para todos os indivíduos. As mudanças de paradigmas deverão sair dos discursos para a prática. Muito se fala de instituição educativa formadora de cidadãos mais conscientes de si e do seu mundo, porém, ainda se reforça a racionalidade na escola, ignorando que a formação plena do indivíduo também passa pelo desenvolvimento dos aspectos emocionais e sensíveis.
Também a nível oficial e da comunicação social só ouvimos falar do “Back to Basis” das “aprendizagens estruturantes”, das “disciplinas prioritárias que seriam a língua materna e a matemática sempre e depois uma terceira que ás vezes é a história, outras, agora cada vez mais, o ensino experimental da ciência, outras, ainda o inglês e a informática, mas nunca é aquilo que seria mais complementar: a formação artística!
Quando afinal certamente toda a gente achará que o desenvolvimento do sentido estético, da capacidade de apreciação do belo, da sensibilidade e da criatividade são tão importantes! Decerto que a avaliação da sua aprendizagem será mais difícil do que a do português ou da matemática que envolvem um raciocínio lógico-dedutivo, linear, de respostas fechadas, onde é mais fácil definir o que é certo ou errado. Nas artes nada disto é assim. O que se valoriza é a experiência singular, não a resposta certa mas a resposta inventada, nova, diferente (Santos, s/d).
Porquê a Música?
- Porque ocupa um lugar na história da humanidade.
- Porque é um produto e uma criação do homem, que possibilita a transcendência do mesmo.
- Porque na música está a história dos povos, as suas crenças, os seus rituais e seus costumes.
- Porque com as suas vozes e os seus instrumentos nos fala das diferentes épocas.
- Porque é memória e viagem pelo tempo reforçando a presença, renovando e revigorando…
- Porque é variada a sua gama de diferenças e semelhanças
- Porque expressa e comunica.
- Porque emociona e ensina.
- Porque, em comunicação com o corpo, possibilita gestos, movimentos, jogos e a materialização de sonhos.
- Porque, aliada ao texto, canta versos, conta histórias… (adaptado de Akoschky, 1998).
MUITAS VEZES SE TEM JUSTIFICADO MAL A PERTINÊNCIA DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO DO SER HUMANO
Hoje em dia, muitas conversas com pais acerca do estudo da música desviam-se inevitavelmente para melhores resultados escolares ou para o modo como o estudo da música pode mesmo fazer aumentar o cérebro humano. Porém, seja qual for o motivo que o tenha levado a tomar a decisão de atribuir um papel preponderante à música na vida dos seus filhos, a melhor maneira de começar consiste na criação de um ambiente musical na sua casa (Crease, 2008).
Também Gordon (2000), diz a este respeito que:
Ao longo dos anos tem havido educadores musicais e psicólogos que têm tentado provar que se, se ensinar música às crianças, o seu desempenho noutras matérias, como a leitura e a aritmética, e em tipos especiais de inteligência, melhorará, e que a sua ética e moral serão fortalecidas pelo estudo disciplinado que a música requer. Até agora, os poucos estudos em que se relatam os assim denominados efeitos positivos da educação musical são questionáveis no que respeita ao seu delineamento e técnicas de análise.
MAS A MÚSICA TEM UM LUGAR PRÓPRIO NA EDUCAÇÃO
La educación musical ha ido siempre unida al concepto de desarrollo integral del ser humano. La música fue uno de los cuatro pilares del Quadrivium, asociándose al orden y la armonía del universo, junto con la aritmética, la geometría y la astronomía. En la actualidad, en algunos foros, se le atribuye un papel como área fundamental y una determinada influencia en la adquisición de destrezas
relacionadas, entre otras, con el lenguaje o la matemática. No obstante, no existe consenso. Mientras que algunas investigaciones afirman que el contacto con la música incrementa los resultados académicos del alumnado en otras áreas y que la educación musical temprana facilita una mayor conectividad entre los dos hemisferios cerebrales, otras investigaciones comunican que la educación musical contribuye
exclusivamente al desarrollo de la inteligencia musical aunque ello, posiblemente, tenga algún tipo de repercusión en todas las demás inteligencias (http://www. educaweb.com/noticia/2008/02/13/educacio
Mi opinión es que la educación musical no necesita justificarse en función de su influencia en los aprendizajes propios de otras áreas sino que tiene su propia misión en el desarrollo humano”(http://www.educaweb.com/noticia/2008/02/1
Alsina (2008) ainda nos diz:
En este sentido, por las características intrínsecas de la actividad musical, la educación musical tiene la particularidad de que favorece determinados aspectos que la sociedad actual considera prioritarios. Estos aspectos, que se pueden encontrar por separado en otras disciplinas, se combinan en la actividad musical.
Me refiero a aspectos relacionados con el desarrollo personal como el esfuerzo prolongado, la motivación, la capacidad de atención dividida e sostenida, la creatividad, la sensibilidad, la educación de las emociones o la abstracción. Y otros relacionados con el desarrollo de habilidades sociales o de la relaciones interpersonales como el trabajo colaborativo, el sentimiento de pertencia a un colectivo, la tolerancia
y el conocimiento intercultural o, simplemente el ocio. (http://www.educaweb.com/noticia/2008/02/1

BMA IV Estágio de Verão e Curso de Aperfeiçoamento de Sopros e Percussão
16 a 19 de Agosto de 2011, em Amarante
Direcção Artística - Manuel Fernando Marinho
Maestro Assistente - Armando Teixeira
Maestro Convidado - Rafael Agulló Albors
Professores:
Manuel Fernando Marinho - Flauta
Licenciado pela Escola Superior de Música de Lisboa, Mestrando pela Academia Superior de Orquestra da Metropolitana e Mestre pelo Conservatorium Maastricht - Holanda. Foi Solista da Banda Sinfónica da PSP. É professor da Academia de Música de Santa Cecília e do Conservatório de Música do Porto.
Paulo Areias - Oboé
Licenciado pela Escola Superior de Música de Lisboa e pós-graduado em música de câmara pela Escuela Superior de Música Reina Sofia - Espanha. É solista da Banda Sinfónica Portuguesa. É professor da Academia e Escola Profissional de Música de Viana do Castelo.
Gabriel Fonseca - Fagote
Frequentou a ESMAE e frequenta a Universidade do Minho. É fagotista da Orquestra Clássica de Espinho e da Banda Sinfónica Portuguesa.
Hélder Gonçalves - Clarinete
Licenciado pela Escola Superior de Música de Lisboa e Mestre pela Universidade Nova de Lisboa. É solista da Banda Sinfónica da GNR. É professor nos Conservatórios de Música de Sintra e Jaime Chavinha - Minde.
Hugo Marinheiro - Saxofone
Licenciado pela ESMAE. É solista da Banda Sinfónica Portuguesa e membro do Quarteto de Saxofones do Porto. É professor na Academia de Música de Costa Cabral e na Escola Profissional de Música de Espinho.
João Bentes - Trompete
Licenciado pela Academia Superior de Orquestra da Metropolitana e Mestrando pelo Instituto Piaget. É trompetista da Orquestra Ligeira do Exército. É professor na Academia de Música de Santa Cecília
Hélder Vales - Trompa
Licenciado pela ESMAE e Mestrando pela Universidade Católica. Fez parte da Orquestra do Norte e Filarmonia da Beiras e é solista da Banda Sinfónica Portuguesa. É professor no Conservatório de Música da Maia e na Escola Profissional ARTAVE.
Júlio Sousa - Trombone
Frequenta a ESMAE. É trombonista baixo da Fanfarra Kaustika.
Jorge Fernandes - Tuba e Eufónio
Licenciado pela ESMAE. É tubista da Banda Sinfónica Portuguesa. É professor nas Academias de Música de Costa Cabral, Guimarães e Vizela.
Isabel Silva - Percussão
Licenciada pela Universidade de Aveiro. É professora no Conservatório Regional de Música de Vila Real e no Centro Cultural de Amarante.
Plano de Trabalho:
Terça-feira, 16 de Agosto de 2011
14h Apresentação
14h30-16h30 Aulas
17h-19h Ensaio de Naipe/ Música de Câmara
21h15-23h30 Ensaio Tutti
Quarta-feira, 17 de Agosto de 2011
10h-13h Ensaio de Naipe/ Tutti
14h30-16h30 Aulas
17h-18h Ensaio de Naipe/ Música de Câmara
18h15-20h Ensaio Tutti
22h Concerto de Professores e Alunos - Casa das Artes
Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011
10h-13h Actividades Lúdicas
14h30-16h30 Aulas
17h-19h Ensaio de Naipe/ Tutti
21h15-23h30 Ensaio Tutti
Sexta-feira, 19 de Agosto de 2011
10h-13h Actividades Lúdicas
14h30-16h Aulas
17h-19h30 Ensaio Geral
22h Concerto Final - Claustros da C.M.A.

Em Portugal, a Educação Musical é das áreas com maior carência de profissionais com formação superior. A implementação da Expressão e Educação Musical em contextos como as Actividades de Enriquecimento Curricular no 1º ciclo do ensino básico, nos jardins-de-Infância, nas escolas de música das bandas filarmónicas, em lares para a 3ª idade, centros de dia, escolas de música de associações e colectividades e noutras tantas plataformas educativas tem-nos mostrado que a actividade só tem sobrevivido através do recurso a profissionais da educação provenientes de outras áreas.
O Instituto Piaget de Vila Nova de Gaia tem feito uma aposta efectiva na formação de novos profissionais para esta área da educação.
A licenciatura em Educação Musical forma técnicos que poderão trabalhar:
- No acompanhamento de actividades curriculares e extracurriculares na área da música;
- Na elaboração, avaliação e divulgação de recursos didácticos na área da música;
- Em projectos educativos e de inovação pedagógica na área da música;
- Em equipas de formação artística;
- Na direcção de grupos musicais.
Esta licenciatura dá acesso a vários mestrados na área da música e da educação musical.
Mais informações em:
http://www.ipiaget.org/licenciaturas/esc
ou
À Espera de Um Novo Amanhecer…
Ser criança é muito bom,
Mas temos pressa de crescer,
Saltar, brincar, cantar no tom
Sempre à espera de um novo amanhecer.
Com os amigos descobrimos
Os segredos da Mãe Natureza.
Novos mundos abrimos
À procura de uma nova beleza.
Ser criança é muito bom,
Mas temos pressa de crescer,
Saltar, brincar, cantar no tom
Sempre à espera de um novo amanhecer.
Bruno Amaral 2011

Pode copiar para um documento Word e imprimir para preenchimento.



Sessão dirigida a todos os Encarregados de Educação e Formadores em geral, objectivando uma melhor consciencialização dos benefícios de uma
formação inicial a partir da Música, alargando horizontes vocacionais e favorecendo uma opção vocacional. Hoje, torna-se ainda mais importante o investimento na educação, desde a infância, pela formação musical através do conhecimento e do desenvolvimento de destrezas, tendo em vista, a médio e/ou a longo prazo, o vasto mercado de trabalho que a Arte dos Sons pode oferecer e a cultura geral que alicerçará a afirmação de cada um, a nível pessoal, social e profissional. Apresenta-se, assim, a Escola de Música da Póvoa de Varzim, com uma capacidade pedagógica há longa data avalizada pelo Ministério, como local de reconhecido êxito e vocacionado para corresponder ao desenvolvimento do indivíduo.
Tema: "FORMAÇÃO PESSOAL E ORIENTAÇÃO VOCACIONAL PARA UMA OPÇÃO PROFISSIONAL"
Oradores:
Sérgio Bruno Amaral (Coordenador do Curso de Educação Musical na ESE Jean Piaget – Vila Nova de Gaia)
Vânia Oliveira (Profª. de Violino/Viola na Escola de Música da Póvoa de Varzim)
Paulo Veiga (Prof. de Trompete na Escola de Música da Póvoa de Varzim)
Hoje é o dia,
O grande dia
Que te canto, Mãe!
Com alegria
E toda a magia
Que esta data tem.
Peço-te um beijo
Porque gosto de ti,
Dou-te outro e desejo
Que estejas sempre aqui.
Bruno Amaral
J.I. Sant’Ana

Novos instrumentais da Sebenta de Expressão e Educação Musical foram colocados hoje à disposição dos seus utilizadores.


Canções, Actividades e Melodias da Sebenta de Expressão e Educação Musical. Jardim-de-Infância, 1º e 2º ciclos do Ensino Básico:
- Bom Dia (Instrumental disponível)
- A Roda
- O Trabalho P’ra trás Ficou
- A Moda da Rita
- Alecrim
- Está na Hora de Dormir
- A História do João
- O Lanche
- Somos Crianças (Instrumental disponível)
- Mais um Dia Chega ao Fim (Instrumental disponível)
- Como é Bom Voltar Aqui (Instrumental disponível)
- Para os Nossos Finalistas
- Olá! Tudo Bem? Como Foram Essas Férias? (Instrumental disponível)
- Aqui Vão os Morcegos (Dia das Bruxas) (Instrumental disponível)
- Pai… És o Meu Melhor Amigo… (Instrumental disponível)
- Hoje é o Dia! (Instrumental disponível)
- Pai, tu és esse homem… (Instrumental disponível)
- Uma Canção Para ti Pai (Instrumental disponível)
- Este é o Meu Presente (Instrumental disponível)
- Minha Mãe, És tão Bonita!(Instrumental disponível a 15 de Abril de 2011)
- Mãe, Como é Doce o Acordar (Instrumental disponível a 15 de Abril de 2011)
- Todos os Dias Penso Na Minha Mãe (Instrumental disponível a 15 de Abril de 2011)
- Mãe, Quero Dizer-te…(Instrumental disponível a 15 de Abril de 2011)
- Mãe, Gosto de Ti (Instrumental disponível a 15 de Abril de 2011)
- Ternos e Bonitos, São os Avós
- OSTINATOS RÍTMICOS CORPORAIS E INSTRUMENTAIS
- QUADROS RÍTMICOS
- A Nota Si (Instrumental disponível)
- A Nota Lá (Instrumental disponível)
- A Cantar e a Saltar (Si, Lá, Sol) (Instrumental disponível)
- Quadros rítmicos com Utilização da Flauta…
- Época Especial (Orquestração Orff) (Instrumental disponível)
- O Sonho Nunca Pode Acabar (Orquestração Orff)(Instrumental disponível)
- 20 Melodias para Flauta (possibilidade de adaptar e criar letras temáticas) [TODOS OS INSTRUMENTAIS ESTÃO DISPONÍVEIS PARA DOWNLOAD]
- 16 Peças e Melodias Para Flauta [duas e três vozes] (possibilidade de adaptar e criar letras temáticas)[TODOS OS INSTRUMENTAIS ESTÃO DISPONÍVEIS PARA DOWNLOAD]
contacto: livrosmusica@sapo.pt

Informamos todos os utilizadores da Sebenta de Expressão e Educação Musical que até terça-feira, 15 de Abril, serão disponibilizados os instrumentais em formato MP3 relativos às canções para o Dia da Mãe.
Aproveitamos para anunciar que a Sebenta ainda está disponível para venda e, neste 1º aniversário, contará com a oferta de um caderno de música A4. (OFERTA VÁLIDA PARA ENCOMENDAS RECEBIDAS ATÉ AO DIA 8 de MAIO de 2011)
contacto para informações e encomendas: livrosmusica@sapo.pt


A Secção de BTT da Casa do Povo de Souselas vai realizar no próximo dia 8 de Maio o nosso 3º passeio BTT, e esperamos que venha a ter pelo menos o mesmo sucesso das edições anteriores.
Entre caminhos da nossa Freguesia de Souselas e das vizinhas freguesias do Botão e de Brasfemes, vamos criar dois percursos igualmente inesquecíveis para quem nos vier visitar neste dia.
Um Raid de 45km de dificuldade média e um Percurso Familiar de 25 km, de dificuldade baixa, irão fazer as delícias dos aficionados desta modalidade tão em voga e que a nossa nova secção está empenhada em divulgar. Entretanto, vão preparando as vossas pernas e as vossas bicicletas... Qualquer dúvida, não hesitem em utilizar os nossos contactos.
Estão já abertas as inscrições.
A data limite para aceitação das inscrições será o dia 30 de Abril de 2011.
As inscrições têm o valor de:
a) Participantes com almoço: 12 pedais.
b) Participantes sem almoço: 8 pedais.
c) Acompanhantes: 5 pedais.
O secretariado do evento, assim como a partida, chegada e o almoço, será na sede da Casa do Povo de Souselas, rua Vale de S. Pedro, 23C, 3020-888 Souselas.
A saída será às 9h, estando o secretariado e a entrega de dorsais a funcionar a partir das 8h do mesmo dia.
CONTACTOS:
cpsouselas@gmail.com (serve também para o envio de comprovativos de transferência)
934535010 e 963146771




Professores de instrumento e de naipe:
Pedro Camacho - Flauta Transversal
Óscar Viana - Oboé
Hélder Gonçalves - Clarinete
Ricardo Pires - Saxofone
José Cedoura - Trompete
Luís Sousa - Trompa
Paulo Cordeiro - Trombone / Tuba/ Bombardino
Filipe Simões - Percussão
Direcção:
Fernando Marinho
Conservatório de Música de Sintra
21 916 26 28 Fax 21 917 56 16

Quinze escolas com contratos de associação com o Estado formaram esta quinta-feira, em Coimbra, o Movimento de Escolas Privadas com Ensino Público Contratualizado (MEPEC), que defende a revogação do decreto-lei que altera o financiamento do ensino particular e cooperativo.
18 Março, 16h00 | Entrada Livre Escola Superior de Educação – Campus Académico de Vila Nova de Gaia
A Escola Superior de Educação de Gaia organiza o workshop Desafios na Escola de Hoje, no âmbito do Mestrado em Administração e Gestão Escolar. Esta iniciativa que terá lugar no dia 18 de Março, das 16h00 às 22h00, terá entrada livre.
O workshop Desafios na Escola de Hoje pretende proporcionar aos estudantes a oportunidade de aplicar e reflectir sobre as competências adquiridas e previstas para este ciclo de estudos, colocando-lhes desafios investigativos concretos. Manter a ligação com ex-alunos, rentabilizando os trabalhos de investigação por eles realizados e trazendo-os para debate é outra das actividades propostas.
Este workshop tem como principais destinatários estudantes do Mestrado em Administração e Gestão Escolar ou de outros mestrados, sobretudo na área da Educação, e professores da comunidade envolvente.
Coordenação
Prof.ª Doutora Estela Pinto Ribeiro Lamas
Organização
Mestrado em Administração e Gestão Escolar
Informações Dra. Ana Mesquita
227537684
amesquita@gaia.ipiaget.org
Universidade
Económico com Lusa
09/03/11
O presidente do CRUP defende que o Estado tem que ajudar as universidades a apoiar estudantes carenciados.
O presidente do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) defendeu hoje que as universidades deviam poder isentar de propinas os estudantes carenciados, mas para isso é preciso que sejam aliviadas algumas restrições ao seu financiamento... ler mais
jornal i
Duarte Ferreira Pestana
(21.2.1911 - 3.12.1974)
Duarte Ferreira nasceu a 21 de Fevereiro de 1911 em Tões, pequena freguesia do concelho de Armamar, distrito de Viseu. Segundo filho mais velho, entre 6 irmãos, de Dinis Ferreira da Silva e de Beatriz da Conceição Gouveia, o pai tocava saxofone e flauta, tendo sido regente de bandas filarmónicas na região. Toda a paixão pela música que o pai possuía foi herdada pelos filhos. Deste modo, 4 dos seus 6 filhos foram músicos profissionais de grande sucesso. Ao primeiro, a filha Cristalda Ferreira Pestana, seguiu-se Duarte Ferreira (Clarinete), Dinis Ferreira Pestana (Contrabaixo de cordas), Ângelo Ferreira Pestana (Fagote), Amadeu Ferreira da Silva e Adácio Ferreira Pestana (Trompa). Duarte Ferreira adoptou mais tarde o apelido Pestana assim como o seu irmão Amadeu Ferreira da Silva pois eram os únicos filhos que não possuíam este apelido de família. Foi casado com Ana da Costa Saraiva e teve dois filhos: Américo Saraiva Ferreira e Beatriz Saraiva Ferreira. O responsável pelo ensino da música à família Ferreira Pestana foi o avô paterno Manuel Ferreira (era alfaiate de profissão e esteve na fundação da Filarmónica de Gouviães). Deste modo, Duarte Ferreira Pestana começou aos 7 anos de idade a tocar flautim na banda de música local, em Gouviães (concelho de Tarouca). Em 1926, com 15 anos de idade, o tio Américo Ferreira (irmão do pai de Duarte Pestana), depois de estar no Porto, chamou-o para aprendiz, colocando-o na Banda de Música dos Bombeiros do Porto. Mais tarde, em 1928, colocou-o como aprendiz na Banda de Música da GNR do Porto (hoje extinta), tendo vindo a tocar na Banda da Infantaria nº18 do Porto como clarinetista. Nessa altura, foi aluno de clarinete do Capitão António Alves no Conservatório de Música do Porto. Nesse mesmo ano, a Banda foi extinta e os músicos foram distribuídos pelas restantes banda militares. Duarte foi para o RIP (Banda do Regimento de Infantaria do Porto).
Esteve na Banda do RIP nº18 até 1934 (quando tinha 23 anos), altura em que abriu uma vaga para clarinete na Banda de Música da Guarda Nacional Republicana de Lisboa (dirigida pelo Capitão Lourenço Alves Ribeiro). Duarte Ferreira Pestana efectuou concurso em Lisboa, e uma vez que era Furriel (embora já tivesse sido aprovado para 2º Sargento, não tinha havido vagas) ingressou como 2º Sargento efectivo, preenchendo a vaga em aberto. Deste modo, em 1935, a restante família de Duarte Ferreira Pestana seguiu para Lisboa, onde residiu na Travessa de Sacramento. Ainda no Porto, Duarte chamou o irmão Diniz para ingressar na Banda do RIP nº18, onde já estava o primo Mário Ferreira.
A sua ida para Lisboa “abriu caminho” para que os restantes irmãos músicos lhe seguissem os passos. Assim, trouxe o irmão Diniz (passados 2 ou 3 anos) que viveu com ele. O outro irmão músico, Angelo Ferreira, que tocava na Banda de Música de Gouviães, também veio para Lisboa aprender Fagote. Mais tarde veio o irmão mais novo, Adácio, começando logo em trompa na Banda da GNR de Lisboa.
Na Banda da G. N. R., onde esteve durante 20 anos, torna-se músico solista (de clarinete) com mais dois companheiros: Carlos Saraiva e Agostinho Romero. Os três clarinetistas eram considerados na altura “os três leões”. Toda esta fama alastrou-se às orquestras de Lisboa onde se destacou nas óperas realizadas no Coliseu dos Recreios.
A performance do clarinetista Duarte Ferreira Pestana está bem patente em duas histórias que o seu irmão nos relatou:
Na ópera de Giacomo Puccini (1858 - 1924) – Tosca - antes do cantor entrar com o tema principal, este é apresentado primeiramente pelo clarinete. A interpretação de Duarte foi tal que o público o aplaudiu quando este acabou de tocar a exposição do tema (coisa que só acontecia no final da ária e para o cantor).
Todo o propósito de sentimento de Duarte está patente no solo de clarinete da Ópera “La Traviata” de Giuseppe Verdi (1813 - 1901).
Durante todo o seu percurso como clarinetista tocou em quase todas as melhores orquestras portuguesas. Duarte colaborou com a Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos e também tocava numa Orquestra Sinfónica que fazia a temporada de Ópera no Coliseu.
Ao nível da composição, Duarte Ferreira Pestana foi basicamente um autodidacta. O responsável pela sua orientação musical foi o seu tio Américo Ferreira (irmão do pai) que o acompanhou até à entrada no Conservatório de Música do Porto. Foi neste estabelecimento de ensino que estudou oficialmente. Começou a compor as suas primeiras obras na década de 30 – a Fantasia Popular “Uvas do Douro” (1935) e “Fado Sem Palavras” (1937). Dedicou-se à música ligeira para teatro, cinema e rádio contabilizando-se em algumas centenas o número de composições. Também compôs para a Banda da G. N. R.
Paralelamente à vida militar na Banda da G.N.R., Duarte foi o maestro do coro e da orquestra da FNAT (era a equivalente à actual orquestra do INATEL) onde realizou vários espectáculos no Coliseu, no pavilhão dos desportos (hoje pavilhão Carlos Lopes) e em vários cinemas e teatros por todo o país. Para além de dirigir, ele escrevia para esta formação. Esteve na FNAT até 1973. Também, durante 13 anos, dirigiu o conjunto musical do Coliseu dos Recreios, bem como várias orquestras.
No final da sua vida, foi promovido de 1º Sargento a Sargento-ajudante e, naquela altura, a regra dizia que quando um militar era promovido tinha que mudar de posto. Acabou por ir para o Exército (onde tinha começado a sua vida militar), onde foi chefe da Banda de Música do Regimento de Caçadores nº5. Mas não esteve lá muito tempo; ao reformar-se da vida militar, dedicou-se apenas à orquestra da FNAT até quase à sua morte.
Duarte Ferreira Pestana faleceu a 3 de Dezembro de 1974 em Lisboa, segundo o filho Américo Ferreira, em consequência de uma úlcera no duodeno que o impedia de comer. Esta agravou-se de Abril a Dezembro de 1974 ao ponto de ser internado no Hospital da Estrela. Segundo o irmão, Adácio Pestana, o facto de ele ter escrito a marcha “Angola é Nossa” (resultado de uma encomenda, e não tendo qualquer relação política dado que Duarte Ferreira Pestana não tinha qualquer afinidade com o regime ou contra-regime) conotou-o de fascista por muitos no pós 25 de Abril e este total abandono originou um isolamento que lentamente acabou com a sua vida.
Fernando Marinho
Manuel Fernando Teixeira Marinho da Costa nasceu em Amarante, em 1979.
Iniciou os seus estudos musicais aos seis anos na Banda Musical de Amarante. Frequentou a Academia de Música de Paredes e o Conservatório Regional de Gaia, onde concluiu o curso básico de flauta, na classe do professor Jorge Salgado C. Correia e ingressou, de seguida, no Conservatório de Música do Porto onde se diplomou, em 2001, com o curso complementar de flauta com a classificação de 19 valores, na classe do professor Olavo Tengner Barros. Paralelamente, concluía a Licenciatura para Professores do Ensino Básico, na variante de Educação Musical na Escola Superior de Educação do I. P. Porto.
Ingressou, de seguida, na Escola Superior de Música de Lisboa onde viria a diplomar-se, com elevada classificação, com a Licenciatura em Música – flauta, tendo estudado com os professores Olavo Tengner Barros (flauta), Pedro Couto Soares (traverso), Nuno Inácio e Olga Prats (música de câmara).
Frequentou ainda a Academia Nacional Superior de Orquestra onde concluiu a Licenciatura em Instrumentista de Orquestra – flauta e frequenta o Mestrado, na classe do professor Nuno Inácio.
Conclui a Profissionalização em Serviço na Universidade Aberta.
Durante o seu percurso académico-musical participou em vários estágios de orquestra: Orchestre d'Harmonie de Jeunes de l'Union Européenne, Orquestra Nacional de Sopros dos Templários, Orquestra Clássica Juvenil "Bracara Augusta", Orquestra de Câmara J.N.M. de Aveiro, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra Académica Metropolitana, etc.
Colabora ainda regularmente com algumas das principais orquestras profissionais portuguesas: Orquestra Gulbenkian, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra do Norte, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra do Algarve e Remix Ensemble.
Apresentou-se a solo com a Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública, Orquestra de Sopros da Escola Superior de Música de Lisboa e Banda Sinfónica Portuguesa, sob a direcção dos maestros Comissário Ferreira Brito, Alberto Roque e Francisco Ferreira.
Estas experiências como músico de orquestra permitiram-lhe trabalhar com um grande número de maestros: António Saiote, Beat Fourré, Brian Schembri, Claude Kaesmaecker, Cristhopher Bochmann, Daniel Nazareth, Edwin Roxburgh, Eiji Oue, Esa-Pekka Salonen, Guillaume Bourgogne, Jan Cober, Jean-Marc Burfin, Joana Carneiro, John Nelson, Lawrence Foster, Michael Corboz, Michael Zilm, Muhai Tang, Paavo Jarvi, Peter Rundel, Roberto Forés Asensi, Roberto Perez, Simone Young, entre outros e actuar nas principais salas portuguesas e ainda em Espanha, Áustria, Luxemburgo, Holanda, Alemanha e França.
Frequentou cursos de flauta com Vincens Prats, Istvan Matuz, Patrick Gallois, Jorge Caryevschi, Jean Ferrandis, Averil Williams, Sophie Perrier, Michel Debost, Trevor Wye, Marc Hantai (traverso), entre outros, e participou na Conferência Internacional da Flauta da British Flute Society – Inglaterra; cursos de pedagogia musical com Jos Wuytack e Pierre van Hauwe e direcção com Robert Houlihan, Baldur Bronniman, Mitchel J. Fennel, António Saiote, Marcel van Bree, Eugene Migliaro Corporon, José Rafael Pascual-Vilaplana, Douglas Bostock, Jean-Sébastien Béreau e Ernst Schelle, bem como o curso de formação de regentes de bandas civis, promovido pelo INATEL.
Foi vencedor do 1º Prémio Jovens Instrumentistas do Marão, organizado pela Adesco e do 3º Prémio Jovens Músicos da RDP em Música de Câmara – Nível Superior.
Participa regularmente na estreia e divulgação de obras de compositores portugueses, algumas a si dedicadas.
É autor de composições e transcrições para banda, editadas pela Lusitanus Edições.
Em 2000, foi bolseiro do Programa Erasmus ao abrigo do qual estudou pedagogia musical na Paedagogische Akademie der Dioseze Linz, na Áustria. Paralelemente, frequentou aulas como aluno externo no BrucknerKonservatorium Linz, onde estudou com o professor Helmut Trawoger.
Pertence aos quadros da Banda Sinfónica da Polícia de Segurança Pública, onde desempenha as funções de solista em flauta.
Foi professor de flauta na Academia de Música de Santa Cecília, Conservatório de Música D. Dinis, Escola Profissional de Música de Espinho e na Escola de Música Leal da Câmara (Conservatório de Música de Sintra) e Escola Superior de Educação Jean Piaget/ Arcozelo.
Leccionou as classes de flauta e direcção de orquestra de sopros em cursos de aperfeiçoamento em Montemor-o-Velho, Minde, Odivelas e Amarante.
Desde Outubro de 2005 que é o responsável artístico pelo Grupo Recreativo e Musical – Banda de Famalicão. Dirigiu ainda a Sociedade Filarmónica Lealdade Pinheirense e a Banda dos B. V. Progresso Barcarenense.
Dirigiu a Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra de Câmara de Sintra, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra de Sopros do Conservatório de Música D. Dinis, Fanfare Orquestra da Escola Profissional de Música de Espinho, Symphonisches Blasorchester Muzikkorps der Bundeswehr (Alemanha) e venceu o concurso para o lugar de maestro da Banda de Música Cultural de Salceda de Caselas (Espanha).
Estudou na Holanda, onde concluiu o Mestrado em Direcção de Orquestra de Sopros na Zuid-Nederlandse Hogeschool voor Muziek – Conservatorium Maastricht, na classe do maestro Jan Cober.
É, desde 2010, maestro das Orquestras do Conservatório de Música do Porto.
Nos últimos 20 anos tem sido evidente a proliferação de vários projectos e iniciativas para implementação de uma prática de ensino artístico ao alcance das crianças do nosso país.
Se por um lado posso não concordar com a forma como se tem tentado promover a democratização do ensino artístico, por outro, sou adepto da máxima que mais vale ter alguma coisa do que não ter nada.
Lembro-me de, ainda nos anos 90, existirem agrupamentos que colocavam à disposição das escolas do 1º ciclo do ensino básico, as áreas de Expressão Musical e Desporto. Tal factor levava-nos então a crer que seguíamos no rumo certo e que muitos seriam os incentivos para que crescesse o número de candidatos às licenciaturas que formavam na área da educação musical e da educação física e desporto.
Lamentavelmente, passados alguns anos chegamos à triste conclusão que as razões economicistas falaram, mais uma vez, mais alto. Numa ofuscada campanha de marketing, foi anunciado aos portugueses que todas as crianças do 1º ciclo do ensino básico iriam ter acesso à Expressão Musical, ao Inglês, estudo acompanhado, etc.
Pensaram, os optimistas, que iriam aumentar as vagas nos diversos agrupamentos de escolas por este Portugal fora. Tal ilusão rapidamente ficou desfeita. O que afinal se propunha era, embora muitos não tenham dado logo conta, acabar com os felizes exemplos já empiricamente comprovados. Surgiam as Actividades de Enriquecimento Curricular, vulgarmente designadas por AEC’s.
O que foram ou são as AEC’s?
- Foram as actividades que puseram fim aos inúmeros ATL’s de IPSS’s que levaram anos a aperfeiçoar o seu funcionamento implementando progressivamente actividades artístico-educativas num ambiente saudável e fora da sala de aula onde, continuamos a considerar que não se deve passar mais de 5 ou 6 horas.
- Foram as actividades que originaram o fim de horários para professores das referidas áreas e a consequente degradação das condições de trabalho dos mesmos.
- Numa fácil constatação, podemos referir que o que foi feito foi precisamente o contrário do anunciado. Toda a dignidade que as expressões artísticas possuíam nos agrupamentos onde eram devidamente contempladas, foi preterida. Em troca foi oferecido trabalho precário em actividades em que a própria legislação reguladora lhe retira toda a dignidade e relevância (um exemplo é o facto de serem facultativas).
Se é certo e sabido que muitas autarquias ofereceram boas condições aos seus docentes, abrindo vagas nos seus quadros, casos houve, em que as circunstâncias eram tão débeis que nem os próprios professores das diversas áreas aceitavam para lá ir laborar. Recordo-me de me ligarem de algumas autarquias a solicitar contactos de professores de Educação Musical e, quando estes não aceitavam, voltarem-me a ligar solicitando profissionais indiferenciados que podiam ir desde o músico de grupos de baile (independentemente da formação) ao “professor de matemática ou ciências que cantasse bem”.
Penso que só podemos incentivar os jovens a adquirirem formação pedagógica nas áreas artísticas, se houver uma perspectiva de inclusão destes numa vida activa devidamente enquadrada em todo o sistema educativo. Como isto não acontece, ouso chamar heróis a todos aqueles que não compactuam com o atraso do nosso país e têm esperança num futuro melhor. Refiro-me àqueles que, apostando mais no futuro das nossas crianças do que no seu, continuam a aderir à formação superior nestas áreas tantas vezes desprezadas.
Há falta de professores de educação musical em Portugal?
Sim. Não é possível facultar à sociedade portuguesa, no que diz respeito à Educação Musical, uma décima parte daquilo que é normal em qualquer país da restante Europa. Não temos professores que cheguem.
Mesmo nas AEC’s, o papel de professor de Expressão Musical tem sobrevivido graças à boa vontade de professores licenciados em 1º ciclo do ensino básico e educadores de infância. Tenho tido o privilégio de constatar em alguns dos meus seminários e acções de formação que muitos destes têm tido uma enorme preocupação em adquirir formação nesta área. Tendo em conta a formação psico-pedagógica destes profissionais, encontramos muitas vezes uma excessiva rentabilização desse factor numa aposta mais centrada na “educação pela música” do que “música na educação”. Não nos podemos esquecer no entanto que, caso não tivéssemos estes profissionais a ocupar estes lugares, outros não haveria.
O fim das Actividades de Enriquecimento Curricular. Drama ou Oportunidade?
Muito se tem falado no fim anunciado das Actividades de Enriquecimento Curricular. Ou por falta de verbas das autarquias, ou por desistência dos governantes, se isto vier mesmo a acontecer penso que não deveremos enveredar por uma dramatização que, na maior parte das vezes, pode soar a reivindicação laboral e daquelas que fazem a sociedade pensar que nós, professores, nos preocupamos mais connosco do que com aqueles a quem dirigimos a nossa acção diária e que são o futuro do nosso país.
O fim das AEC’s pode ser uma oportunidade de todos os profissionais da Expressão e Educação Musical mostrarem mais uma vez o seu espírito empreendedor no que concerne à apresentação de novos projectos que podem ser levados a cabo em parceria com as várias instituições já existentes, sejam públicas, privadas ou particulares de solidariedade social.
Apostemos no ensino artístico sem receios e preconceitos!
Aos que ainda estão a frequentar o ensino secundário e gostavam de enveredar um dia por uma carreira docente ligada à Educação Musical, digo que avancem sem receios. Não só nesta área como em qualquer outra, é necessária uma perspectiva empreendedora. O futuro somos nós que o fazemos!
Deixo-vos, em forma de conclusão, com as recomendações da UNESCO contidas no Roteiro para a Educação Artística.*
Os participantes na Conferência Mundial sobre Educação Artística, que subscreveram as declarações feitas quando das conferências regionais e internacionais preparatórias, realizadas em 2005 na Austrália (Setembro), Colômbia (Novembro), Lituânia (Setembro), República da Coreia (Novembro) e Trindade e Tobago (Junho), e as recomendações elaboradas nas reuniões dos grupos de discussão regionais da África e dos Estados Árabes realizadas na Conferência Mundial sobre Educação Artística (Lisboa, 6 a 9 de Março de 2006),6 reiteram as considerações que se seguem :
· Registam que o desenvolvimento, através da Educação Artística, de um sentido estético, da criatividade e das faculdades de pensamento crítico e de reflexão que são inerentes à condição humana é o direito de todas as crianças e jovens;
· Consideram que se deve desenvolver nas crianças e nos jovens uma maior tomada de consciência não só deles próprios mas também do seu meio ambiente natural e cultural, e que o acesso a todos os bens, serviços e práticas culturais deve fazer parte dos objectivos dos sistemas educativos e culturais;
· Reconhecem o papel da Educação Artística na sensibilização dos auditórios e dos diferentes públicos para a apreciação das manifestações artísticas;
· Compreendem os desafios à diversidade cultural suscitados pela globalização e a crescente necessidade de imaginação, criatividade e cooperação em sociedades cada vez mais baseadas no conhecimento;
· Têm em conta que, em muitas sociedades, a arte foi tradicionalmente, e em muitos casos continua a ser, parte integrante da vida diária e desempenha um papel fundamental na transmissão cultural e na evolução da comunidade e dos indivíduos;
· Registam a necessidade essencial para os jovens de terem um espaço para actividades artísticas, como por exemplo centros comunitários/culturais e museus de arte;
· Registam que entre os desafios mais importantes do século XXI se conta uma necessidade cada vez maior de criatividade e imaginação nas sociedades multiculturais – necessidade que a Educação Artística pode ajudar a satisfazer;
· Reconhecem que as nossas sociedades contemporâneas têm necessidade de desenvolver estratégias educativas e culturais que transmitam e apoiem valores estéticos e uma identidade susceptíveis de promover e valorizar a diversidade cultural e o desenvolvimento de sociedades sem conflitos, prósperas e sustentáveis;
· Têm em conta a natureza multicultural da maioria dos países do mundo, em que está representada a confluência de culturas, daí resultando um conjunto único de etnicidades, nacionalidades e línguas; que essa complexidade cultural desencadeia
uma energia criativa e oferece perspectivas locais e práticas educativas que são específicas desses países; e que esse rico património cultural, tangível e intangível, está ameaçado por complexas transformações sociais, culturais, económicas e
ambientais;
· Reconhecem o valor e a aplicabilidade das artes no processo de aprendizagem e o seu papel no desenvolvimento de capacidades cognitivas e sociais que estão subjacentes à tolerância social e à celebração da diversidade;
· Reconhecem que a Educação Artística contribui para a melhoria da aprendizagem e para o desenvolvimento de capacidades pela importância que dá às estruturas flexíveis (tais como as matérias e os papéis situados no tempo), à importância para o educando (ligada de modo significativo à vida das crianças e ao seu ambiente social e cultural), e à cooperação entre os sistemas e recursos de aprendizagem formal e não formal;
· Reconhecem a convergência entre a concepção tradicional da arte nas sociedades e uma compreensão mais moderna de que a aprendizagem através da arte pode conduzir ao melhoramento da aprendizagem e ao desenvolvimento de competências;
· Compreendem que a Educação Artística, ao gerar uma série de competências e de aptidões transversais e ao fomentar a motivação dos estudantes e a participação activa na aula, pode melhorar a qualidade da educação, contribuindo assim para atingir um dos seis objectivos da Educação para Todos (EPT) da Conferência Mundial de Dacar sobre a Educação para Todos (2000);
· Têm em conta que a Educação Artística, como todos os tipos de educação, tem de ser de alta qualidade para ser eficaz;
· Têm em consideração que a Educação Artística, como forma de construção política e cívica, constitui uma ferramenta de base para a coesão social e pode ajudar a resolver as questões difíceis com que se defrontam muitas sociedades, nomeadamente o crime e a violência, o analfabetismo persistente, as desigualdades de género (incluindo o insucesso masculino), os maus-tratos de crianças e a negligência, a
corrupção política e o desemprego.
· Observam o desenvolvimento das tecnologias de informação e comunicação (TIC) em todas as áreas das sociedades e economias e o potencial que representam para a promoção da Educação Artística.
No entanto, foi identificado um certo número de desafios que a seguir se retomam :
· Reconhecem que, em muitos países, as políticas educativas atribuem pouca importância à Educação Artística, o que se reflecte no atraso e desvalorização deste domínio do conhecimento;
· Observam que as preocupações e os sistemas culturais e educativos estão frequentemente dissociados, com duas ordens de prioridades que muitas vezes caminham em direcções paralelas ou mesmo opostas;
· Consideram que não existe um número suficiente de programas de formação de professores especializados em Educação Artística e que os programas de formação geral dos professores não fazem uma promoção adequada do papel das artes no
ensino e na aprendizagem;
· Observam que os artistas e a sua participação nos processos de Educação Artística não são suficientemente reconhecidos;
· Anotam que existe um vasto campo experimental na Educação Artística que não é objecto de investigação nem de sistematização; e
· Reconhecem que os orçamentos destinados à Educação Artística são inexistentes ou insuficientes para cobrir as necessidades correntes e de desenvolvimento.
As recomendações que se seguem foram compiladas das conferências preparatórias acima referidas e das reuniões dos grupos de discussão regionais.
Recomendações aos Educadores, Pais, Artistas e Directores de
Escolas e Entidades Formadoras
Promoção, Apoio e Formação
· Desenvolver a consciência do público e promover o valor e o impacto social da Educação Artística criando uma procura da Educação Artística e de educadores experientes em artes;
· Proporcionar liderança, apoio e assistência ao ensino e à aprendizagem através das artes;
· Promover a participação activa e o acesso de todas as crianças às artes como componente central da educação;
· Estimular a utilização de recursos humanos e materiais do contexto local, simultaneamente como fornecedores e como conteúdos de qualidade da educação;
· Fornecer recursos e materiais de aprendizagem para ajudar os educadores a desenvolver, utilizar e partilhar uma nova pedagogia rica em conteúdo artístico;
· Providenciar apoio que permita aos praticantes da Educação Artística chegar a grupos marginalizados e facilitar a criação de produtos de conhecimento inovadores e a difusão desse conhecimento;
· Apoiar o desenvolvimento profissional contínuo dos professores, dos artistas e dos trabalhadores sociais com vista a fomentar entre os profissionais o apreço pela diversidade cultural e permitir-lhes desenvolver entre os seus estudantes um potencial de criação, de espírito crítico e de inovação;
· Favorecer e promover o desenvolvimento de práticas artísticas através de meios digitais;
· Criar, quando não existam, centros culturais e outros espaços e equipamentos de Educação Artística para os jovens.
Parcerias e Cooperação
· Fomentar parcerias activas e sustentáveis entre os contextos educativos (formal e não formal) e a comunidade no seu sentido mais amplo;
· Facilitar a participação nos contextos de aprendizagem graças aos intervenientes artísticos locais e a inclusão de formas e técnicas de arte nos processos educativos a fim de reforçar as culturas e as identidades locais;
· Facilitar a cooperação entre as escolas e os pais, organizações comunitárias e instituições e mobilizar os recursos locais das comunidades para desenvolver os programas de Educação Artística, com vista a permitir às comunidades participar na
transmissão dos valores culturais e das formas de arte locais;
Aplicação, Avaliação e Partilha do Conhecimento
· Pôr em prática e avaliar os projectos de colaboração escola – comunidade que
assentam em princípios de cooperação, de inclusão, de integração e de pertinência;
· Estimular a produção de uma documentação eficaz e a partilha do conhecimento entre professores;
· Partilhar a informação e as experiências vividas com as partes interessadas, incluindo os governos, as comunidades, a comunicação social, as ONG e o sector privado;
Recomendações aos Poderes Públicos e aos Decisores Políticos
Reconhecimento
· Reconhecer o papel da Educação Artística na preparação das audiências e dos diferentes sectores do público para apreciarem as manifestações artísticas;
· Ter em conta a importância do desenvolvimento de uma política de Educação Artística que articule as solidariedades entre as comunidades, as instituições educativas e sociais e o mundo do trabalho;
· Reconhecer o valor das práticas e projectos de sucesso na área da Educação Artística, desenvolvidos a nível local, e culturalmente pertinentes;
. Reconhecer que os projectos futuros deverão reproduzir as práticas de sucesso até agora implementadas;
· Dar prioridade à necessidade de uma melhor compreensão e de um reconhecimento mais profundo, por parte do público, das contribuições essenciais dadas pela Educação Artística aos indivíduos e à sociedade;
Desenvolvimento de políticas
· Traduzir a crescente compreensão da importância da Educação Artística na alocação de recursos suficientes para transformar os princípios em acção, criar um reconhecimento acrescido dos benefícios das artes e da criatividade para todos e apoiar a concretização de uma nova visão das artes e da aprendizagem;
· Conceber políticas de investigação nacional e regional no domínio da Educação Artística, tendo em conta as especificidades das culturas ancestrais e dos grupos de populações vulneráveis;
· Estimular o desenvolvimento de estratégias de aplicação e de controlo com vista a garantir a qualidade da Educação Artística;
· Dar à Educação Artística um lugar central e permanente no currículo educativo, financiando-a adequadamente e dotando-a de professores competentes e de qualidade;
· Tomar em consideração a investigação na tomada de decisões sobre o financiamento e os programas e articular as novas normas de avaliação do impacto do Ensino Artístico, dado que é possível demonstrar que a Educação Artística pode contribuir
de modo significativo para a melhoria do desempenho dos estudantes em domínios como a alfabetização e a aprendizagem do cálculo, além de produzir benefícios humanos e sociais;
· Garantir uma continuidade que vá além do que consta sobre Educação Artística nos programas governamentais das políticas públicas dos Estados;
· Adoptar políticas regionais em termos de Educação Artística para todos os países de uma dada região (p.ex. União Africana);
· Incluir a Educação Artística nas Cartas Culturais adoptadas por todos os Estados Membros;
Formação, Aplicação e Apoio
· Disponibilizar formação profissional aos artistas e professores com vista a melhorar a qualidade da transmissão da Educação Artística e, quando inexistente, criar departamentos de arte-educação nas universidades;
· Fazer da formação e da preparação dos professores de arte uma nova prioridade dentro do sistema de educação, permitindo-lhes contribuir de forma mais eficaz para o processo de aprendizagem e para o desenvolvimento cultural, e fazer da sensibilização para a arte uma parte da formação de todos os professores e actores da educação;
· Disponibilizar professores e artistas devidamente formados aos estabelecimentos escolares e de educação não formal, de forma a facultar e estimular o desenvolvimento e a promoção da Educação Artística;
· Integrar as artes no currículo escolar e na educação não formal;
· Tornar a Educação Artística disponível a todos os indivíduos dentro e fora das escolas, independentemente das suas aptidões, necessidades e condição social, física, mental ou geográfica;
· Produzir e disponibilizar em todas as escolas e bibliotecas os recursos materiais necessários ao ensino das artes, nomeadamente espaço, meios audiovisuais, livros, materiais e ferramentas artísticas;
· Proporcionar às populações locais uma Educação Artística em moldes adequados aos seus métodos culturais de ensino e de aprendizagem, acessíveis nas suas próprias línguas, tendo presente os princípios contidos na Declaração sobre a
Diversidade Cultural da UNESCO;
· Encontrar formas e meios para delinear programas de Educação Artística baseados nos valores e tradições locais.
Parcerias e Cooperação
·Promover parcerias entre todos os ministérios e organizações governamentais envolvidos para desenvolver politicas e estratégias de Educação Artística coerentes e sustentáveis;
·Encorajar as autoridades governamentais a todos os níveis para que unam os seus esforços aos dos educadores, artistas, ONG, grupos de pressão, membros da comunidade empresarial, do movimento laboral e da sociedade civil para criar planos
de acção e mensagens de promoção específicas;
· Encorajar o envolvimento activo das instituições artísticas e culturais, fundações, comunicação social, empresas e membros do sector privado na educação;
· Integrar parcerias entre escolas, artistas e instituições culturais no âmago do processo educativo;
· Promover a cooperação sub-regional e regional na área da educação artística, a fim de reforçar a integração regional;
Investigação e partilha do Conhecimento
· Desenvolver um banco completo de dados dos recursos humanos e materiais sobre Educação Artística e torná-lo acessível a todos os estabelecimentos escolares, nomeadamente através da Internet;
· Assegurar a difusão de informação sobre Educação Artística, sua aplicação prática e seu acompanhamento pelos Ministérios da Educação e da Cultura;
· Encorajar a criação de colecções e de inventários de obras que enriqueçam a Educação Artística;
· Reunir documentação sobre a actual cultura oral de sociedades em crise;
* UNESCO (2006). Roteiro Para a Educação Artística. Desenvolver as Capacidades Criativas Para o Século XXI. Lisboa: Comissão Nacional da Unesco.
I Curso de Direcção de Banda organizado pela Banda Musical de Amarante
28 a 30 de Janeiro de 2011, em Amarante
Orientação: Fernando Marinho
A Banda Musical de Amarante organiza o I Curso de Direcção de Banda, vocacionado para iniciantes e aperfeiçoamento na Direcção de Banda, de 28 a 30 de Janeiro de 2011, tendo como suporte à prática da direcção a Banda Musical de Amarante.
Os objectivos deste curso são proporcionar aos participantes, conhecimentos práticos e teóricos na arte da direcção.
A orientação estará a cargo do Maestro Fernando Marinho.
A inscrição dos participantes terá um valor de 50€ e a dos ouvintes terá um valor de 20€.
O Curso terá um limite máximo de 8 participantes, enquanto o número de ouvintes é ilimitado e decorrerá nas instalações da Banda Musical de Amarante.
Horário:
Dia 28, Sexta-feira
21h-24h Apresentação e Prática de Direcção com Banda
Dia 29, Sábado
15h-19h30 Aulas Teóricas (Análise e Instrumentação) e Prática de Direcção sem Banda (Técnica)
21h-24h Prática de Direcção com Banda
Dia 30, Domingo
9h30-12h Prática de Direcção com Banda
12h30 às 14h Almoço
14h30-15h30 Ensaio de Colocação
16h Concerto de encerramento e entrega de diplomas
CONTACTOS:
Banda Musical de Amarante
www.bandamarante.com
Rua de Freitas . Edf. Do Salto, 2ª Cave, nº.24 . 4600-281 Amarante
Tlf. 255425591 . Direcção Banda: 918618861. Direcção Artística: 916765367
Numa altura em que se debate o futuro da educação artística nas escolas do nosso país e que tantas indefinições assombram muitos daqueles que se debruçam sobre estas áreas de formação, a Escola Superior de Educação Jean Piaget de Vila Nova de Gaia apresenta a 5ª Edição da Acção de Formação: Expressão e Educação Musical: Novos Contextos, Novas Perspectivas.
O Formador será, mais uma vez, Sérgio Bruno Moreira do Amaral
Esta acção de formação destina-se a:
- Professores de Educação Musical;
- Professores do 1º Ciclo do Ensino Básico;
- Educadores de Infância;
- Animadores Socioculturais;
- Educadores Socioprofissionais;
- Alunos de Licenciaturas da área da Educação que já se encontrem no mercado de trabalho.
Os objectivos serão:
a) Dotar os formandos de uma postura reflexiva relativamente às novas perspectivas da Expressão e Educação Musical;
b) Fomentar a construção da figura do professor-educador-investigador;
c) Proporcionar aos futuros profissionais da educação as adequadas condições para uma sólida aprendizagem dos saberes de referência nos planos científico, técnico-pedagógico e profissional, tendo em vista a realização de experiências educativas integradas;
d) Sensibilizar os futuros educadores e professores para a importância do envolvimento das famílias e da comunidade em geral nos projectos a desenvolver, promovendo desta forma uma visão sistémica da Expressão e Educação Musical;
e) Dotar os formandos de performances no campo instrumental;
f) Sensibilizar os formandos para a necessidade de participação nos projectos educativos e pedagógicos das instituições onde se inserem.
Conteúdos da Acção:
a) A Expressão Musical no Jardim de Infância: Perspectiva Vivencial
b) Actividades musicais a desenvolver no Jardim de Infância
c) A Inclusão do Professor de Expressão Musical nos projectos das instituições
d) As AEC’s. Orientações programáticas do Ministério da Educação
e) O plano de aula para actividades nas AEC’s
f) A utilização de instrumentos musicais com crianças dos 2 aos 9 anos de idade
g) Reportório musical para a infância.
h) Avaliação da acção
HORÁRIOS
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14/04/2011 |
16/04/2011 |
19/04/2011 |
20/04/2011 |
21/04/2011 |
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18:00 – 22:00 |
9:00 – 13:00 14:00 – 18:00 |
9:00 – 13:00 |
9:00 – 13:00 |
14:00 – 19:00 |
Informações:
Dra. Mónica Oliveira msoliveira@gaia.ipiaget.org - tel. 227 537 600
Serão hoje disponibilizados 4 instrumentais relativos às canções do Dia do Pai que fazem parte da Sebenta de Expressão e Educação Musical.
Páginas: 33, 34, 35, 36 e 37.
Desta forma, todos os utilizadores da sebenta poderão iniciar a planificação das actividades a realizar com a devida antecedência.
O INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA VAI RECRUTAR PESSOAS PARA O CENSUS 2011
Em Janeiro 2011 abrirão as candidaturas para Recenseadores.
http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&x
Consulta:
http://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&x
Requisitos Gerais
1.Habilitações académicas preferencialmente ao nível da licenciatura;
2.Idade superior a 25 anos;
3.Disponibilidade a tempo completo, incluindo em fim-de-semana sempre que necessário;
4.Conhecimentos de informática na óptica do utilizador;
5.Capacidade de coordenação, de comunicação e de motivação de equipas de trabalho;
6.Qualidades: rigor, método e facilidade de adaptação a contextos diversificados;
7.Bons conhecimentos da realidade local da zona geográfica para a qual se candidata;
8.Dispor de transporte próprio.
Requisitos legais para a realização do contrato de tarefa, em regime de prestação de serviços
De acordo com a legislação especial aprovada para os Censos 2011 (Decreto-Lei nº 226/2009, de 14 de Setembro), o pessoal a contratar está sujeito, para efeitos fiscais, aos seguintes requisitos (artigo 14º deste diploma):
a) Se estiver colectado: Emissão de recibo modelo nº 6 (recibo verde);
b) Se não estiver colectado: Assinatura de recibo e de declaração (modelos disponibilizados pelo INE) de que não exerce, com carácter regular, qualquer actividade económica susceptível de enquadramento no regime normal de tributação do IVA e de que não se encontra registado para efeitos de IVA.
Contactos: recrutamento@ine.pt
Neste Natal reflictamos um pouco na essência da nossa passagem por este mundo. Pensemos nos direitos de todos os que nos rodeiam antes de pensarmos em nós e nos nossos sucessos pessoais.
Todo o ser humano tem direito e liberdade no que concerne ao crescimento da sua personalidade.
Em 2011 participemos activamente no progresso das instituições que representamos tendo sempre presente o bem-estar do próximo.
Não esqueçamos que a economia, a sociedade e a cultura são uma tríade comum a tudo e a todos.
Não esqueçamos que aqueles que educamos hoje são os que cuidarão de nós amanhã.
Não esqueçamos que todos somos poucos para fazer o bem e lembremos os que estão ao nosso lado de tudo isto.
Temos sempre a grande oportunidade de aprender com os erros e, na sua correcção, podemos ampliar o que de bom aprendemos com eles.
Desejo a todos um ano de 2011 repleto de pensamento positivo e pensamento solidário.
Cresçamos todos juntos de mãos dadas para um mundo melhor.
Acreditemos!... e quando pensarmos em fazer o bem, não nos esqueçamos de dizer a quem está ao nosso lado: - Queres vir também?
Bruno Amaral
MAGALHÃES, G. M. (2007). Modelo de Colaboração. Jardim-de-Infância/Família. Lisboa: Instituto Piaget.
MEDEIROS, O. M. (Coord.) (2010). Educação Como Projecto. Desafios de Cidadania. Lisboa: Instituto Piaget.
2.º Master Classe de CORDAS
17 a 20 Dezembro de 2010
Músicos / Orientadores:
SERGEY ARUTYUNIAN violino
YAKOV MARR viola
JAROSLAV MIKUS violoncelo
NUNO ARRAIS contrabaixo
Concertos:
Orquestra de Câmara Piaget Viseu
18 de Dezembro na Igreja Nova de Viseu
19 de Dezembro na Igreja Paroquial de Mangualde
Destinatários:
Alunos de cursos Superiores, Conservatórios de Música,
Academias e Escolas Profissionais de Música
Data Limite de Inscrição:
14 Dezembro 2010
Coordenação Científica e Direcção Artística
Alexandre Andrade – aandrade@ipiaget.org
António Mota – amota@ipiaget.org
Coordenação Administrativa
Ana Paula Simões
Campus Universitário de Viseu do Instituto Piaget
Estrada do Alto do Gaio • Galifonge
3515-776 LORDOSA - VISEU
Secretariado
Carla Santos
T. 232 910 141 | F. 232 910 193
Organização
Licenciatura em Música e
Mestrado em Pedagogia do Instrumento
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